Chico Mendes: Wiki Commons
7 min.

À sombra, com Chico

O Brasil tem quase um quinto de suas espécies animais e vegetais ameaçadas. Mas a estratégia do governo é militarizar a política ambiental, enquanto estuda a extinção do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMbio) e sua incorporação ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente dos Recursos Naturais Renováveis
Rio de Janeiro, Brasil
jorgerocha@judasasbotasde.com.br

Este é o primeiro de uma série de artigos em que se pretende focar o direito sob uma perspectiva histórica; falar das possíveis (e impossíveis) vinculações entre a história e o direito que as sociedades constroem. O direito “como fenômeno sociocultural […] produzido dialeticamente pela interação humana através dos tempos” (WOLKMER, 2011, p. 5). Que rufem os tambores na expectativa de cumprir tais pretensões…

E na folhinha, do mês de dezembro se destacou o dia 22. Não por conta do embargo act, aprovado pelo congresso norte-americano, em 1807, ou da oficialização do 13.º salário para todos os trabalhadores brasileiros, em 1986[i] Sobre o Embargo Act: A HISTÓRIA… (2020)[ii] Sobre a oficialização do 13.º salário: SCHAFFAUSER (2017). Não! Essa data fica marcada, para este cantinho da Revista, como o do assassinato do líder seringueiro e ecologista Francisco Alves Mendes Filho, o Chico Mendes. Mais um numa trilha longa e ensanguentada marcada por cruzes com os nomes de Dorothy Stang, Ezequiel Ramin, Cleusa Coelho, Marçal Tupã-i e muitos outros[iii] Sobre os mortos citados: GONZAGA (2019).

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Teria a morte do sindicalista acreano representado um ponto de inflexão na legislação de proteção às florestas brasileiras? Após séculos de destruição sistemática e insidiosa de nossos biomas, os “filhos desta terra” aceitaram a importância de sua responsabilidade para com a manutenção da vida neste planeta? Num país em que a autoridade responsável pela “preservação e recuperação do meio ambiente” põe em dúvida a relevância do papel do ativista, a pergunta é apenas uma figura de retórica ruim e piada sem graça[iv] A opinião do ministro foi noticiada por vários jornalistas, entre eles: MARTINS (2019)[v] Sobre as finalidades do MMA: O QUE… (2014). Assim hoje… Pouco pior no passado: apesar da grande comoção, seu assassinato já fora anunciado. Em diversas palestras, o próprio líder seringueiro avisou sobre as constantes ameaças que recebia dos fazendeiros da região de Xapuri, onde vivia[vi] Afirmação feita por: URBINATTI (2019).

Sua imagem e seu legado pairam como uma sombra em nossas consciências e nossos esforços para construir um mundo melhor. Nódoa que não será limpa apenas com a inauguração de parques naturais, por mais que sejam necessários – um deles, aliás, aberto no mesmo mês do seu falecimento[vii] Trata-se do Parque Natural Chico Mendes, em Sorocaba (MG): PARQUE… (2020).

O Brasil tem quase um quinto de suas espécies animais e vegetais ameaçadas[viii] Dados baseados na pesquisa Contas de Ecossistemas: Espécies ameaçadas de extinção no Brasil 2014, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): BRASIL… (2020). Mas a estratégia do governo é militarizar a política ambiental, enquanto estuda a extinção do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMbio) e sua incorporação ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)[ix] Segundo informação da nota da Direção Executiva da Associação Nacional dos Servidores de Meio Ambiente: A FUSÃO (2020).. Triste.

Uma parte do palco de sua tragédia começou a ser montado nos primeiros anos do século passado, no que um historiador já chamou de “fronteira dos ressuscitados”: migrantes nordestinos arriscando a própria sorte nos confins da floresta amazônica, atrás da riqueza instável da produção da borracha[x] TOCANTINS, 1961 apud CAMPOS, 2004, p. 56. Vítimas, no dizer de José de Souza Martins (2019), do que há de irracional e especulativo no capitalismo brasileiro:

A terra, na qualidade de renda territorial capitalizada, e não como mera natureza, define suas novas funções históricas a partir do centro dinâmico do capitalismo e da reprodução ampliada do capital, funções que ela não tinha na fase pré-moderna das sociedades tribais e das frentes de expansão residuais. É onde está o núcleo dinâmico da dimensão especulativa do capitalismo brasileiro, que se nutre, quanto a isso, e nesse momento, menos da exploração do trabalho e muito mais da grilagem de terras e do planejamento estatal do uso das terras devolutas, ainda que já possuídas por posseiros, pequenos extrativistas e pequenos agricultores. A ocupação da Amazônia nos anos de 1970 e 1980 é a ocupação determinada por uma poderosa variante irracional e especulativa da acumulação do capital.

Chico, como tantos outros brasileiros foi filho deste processo. Nascido a 15 de dezembro de 1944, na mesma Xapuri, filho de um retirante nordestino, aprendeu a ser seringueiro com o próprio pai – no meio da mata tropical. A extração da borracha, enquanto atividade econômica, se baseia no aviamento, que significa endividamento e miséria constantes. Se tornou líder sindical aos 31 anos participando ativamente de uma estratégia perigosa em que ele e seus companheiros de trabalho protegiam árvores com os próprios corpos para impedir os desmatamentos – os “empates”, que eram relativamente pacíficos até a chegada da polícia militar… Até. Em 1977, ajudou a fundar o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de sua terra natal e foi eleito vereador pelo MDB – o velho; não esse que hoje se confunde com o Centrão.

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Onze anos depois, em 1988, ano de sua morte – ironia – recebeu o Prêmio Global 500, concedido pelas Nações Unidas, pela defesa do meio ambiente (SANTILLI, 2005, p. 13). Esta época marca também a promulgação do mais importante documento jurídico brasileiro: a atual Constituição.

Pela primeira vez na história jurídica nacional, uma Carta constitucional passou a dedicar todo um capítulo ao meio ambiente – encimado pelo artigo 225, seus diversos incisos e parágrafos -, assegurando a todos o direito ao meio ambiente equilibrado ecologicamente, assim como de uso comum e essencial à qualidade de vida, determinando ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para todos. Como alertou SANTILLI (id., p. 20): “Indubitavelmente, a Constituição de 1988 representou um marco e um grande avanço na proteção jurídica ao meio ambiente.” Isto porque tanto os processos ecológicos, as espécies e os ecossistemas – a biodiversidade, enfim – quanto a sociodiversidade estão protegidos.

Há de se esclarecer que, até a década 1980, aproximadamente, a legislação lançada neste campo está marcada por “uma visão fragmentada e utilitarista dos recursos naturais” (SANTILLI, ibd., p. 8): o Código de Águas e o primeiro Código Florestal, ambos dos anos de 1930, por exemplo[xi] O Código de Águas foi revogado parcialmente pela Lei nº 9.433/97, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos e o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. O primeiro deu forte ênfase ao aproveitamento de recursos hídricos para fins de produção de energia elétrica e, o segundo, se voltou para a regulamentação do aproveitamento das florestas. O mesmo se pode dizer do Decreto-Lei nº 25, de 1937, a “Lei do Tombamento”, o primeiro a impor restrições ao direito de propriedade; incluídas aí as áreas em matas.

Na década de 1980, são promulgadas outras leis ambientais importantes, como a Lei nº 6.803, de 1980, que deliberou sobre o zoneamento industrial em “áreas críticas de poluição”; a Lei nº 6.902, promulgada um ano depois, que dispôs sobre a “criação de Estações Ecológicas” e “áreas de proteção ambiental”[xii] Esta lei foi parcialmente modificada pela Lei nº 9.985/2000, que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza; a Lei n.º 6.938, do mesmo período, que firmou a política nacional do meio ambiente; a Lei nº 7.643, de 1987, que proibiu a pesca de baleias e outros cetáceos em águas brasileiras; a Lei nº 7.679, de 1988, que reprimiu a “pesca em períodos de reprodução”[xiii] Revogada pela Lei n.º 11.959, de 2009; e, a Lei nº 7.802, de 1989, que regulamentou o uso de agrotóxicos, “seus componentes e afins” – norma esta que o governo atual parece afrontar dia sim e outro também com a liberação sem fim de “defensivos agrícolas”[xiv] Segundo GRIGORI (2020), até março deste ano, 118 novos agrotóxicos foram registrados. No ano passado, 475 foram liberados.

É possível atribuir, na legislação ambiental deste momento histórico, uma orientação conservacionista, focada na proteção de ecossistemas e espécies e centrada no controle e à repressão de práticas lesivas ao meio ambiente; sem, contudo, materializar uma dimensão social de forma óbvia.

No meio do caminho, a forte repressão política aos movimentos sociais, perpetrado pelo regime iniciado com o golpe de 1964, gerou uma desmobilização da cidadania e, consequentemente, das iniciativas ambientalistas. De 1964 a 1984, não havia espaço político e democrático para discussão e avaliação de impactos ambientais provocados por obras e projetos de interesse do governo ditatorial.

As leis socioambientais surgidas na década de 1990 e a partir de 2000, como a de número 9.605, de 1998, que definiu os crimes ambientais; e mais especialmente a Lei nº 9.433, de 1997, que instituiu o chamado Sistema Nacional de Recursos Hídricos, e a Lei nº 9.985, de 2000, responsável pela criação de outro sistema nacional, o de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), romperam com a orientação anterior e passaram a prever mecanismos e instrumentos de gestão dos bens socioambientais – não apenas a mera repressão a certas ocupações e alguns comportamentos.

No fortalecimento da articulação entre o movimento social dos seringueiros e o movimento ambientalista e à ampla repercussão (nacional e internacional) do assassinato de Chico Mendes pode ser visto o estabelecimento das primeiras reservas extrativistas, a partir de 1990[xv]Usando a pauta ambientalista, Chico Mendes e seu grupo, em 1985, decidiram organizar o primeiro Encontro Nacional de Seringueiros, em Brasília, onde foi apresentada a proposta de criação de … Ver fonte. A Reserva Extrativista do Alto Juruá foi criada pelo Decreto nº 98.863, de 23 de janeiro de 1990, no Acre, com meio milhão de hectares. Em seguida, foram abertas mais uma reserva no Acre, a Chico Mendes, no Amapá e em Rondônia; em março de 1990. O Decreto nº 98.897, no mesmo ano, as admitiu como “espaços territoriais destinados à exploração autossustentável e conservação dos recursos naturais renováveis, por população extrativista”. O uso de seus recursos naturais é regulado por contrato de concessão real de uso, que inclui plano de utilização aprovado pelo Ibama e cláusula de rescisão quando houver quaisquer danos ao ecossistema. A Lei nº 9.985, de 2000, instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza, e também incluiu as reservas extrativistas entre as categorias de unidades de conservação de uso sustentável, destinadas a populações extrativistas tradicionais. Certamente um instrumento legal inspirado nos esforços do sindicalista.

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Por fim, as palavras de Marina Silva (2001), companheira de lutas do sindicalista aqui pranteado, parecem convenientes.

Uma das principais heranças deixadas por Chico e o movimento dos seringueiros daquele período foi o exemplo de que as questões social e ambiental caminham juntas, ainda mais quando se trata da realidade brasileira. Nenhum outro movimento social brasileiro expôs com tanta clareza essa interseção. Tanto assim que setores da própria esquerda […], passaram a considerar mais atentamente a emergência de uma questão socioambiental no Brasil. […] O grande mérito de Chico foi insistir no caráter social e humano da defesa da floresta. Essa defesa tinha um sentido que não podia ser visto fora de nossas próprias vidas. Tínhamos de mostrar aos aliados que as milhares de pessoas que viviam da floresta – seringueiros, ribeirinhos, índios – estavam intimamente ligados ao seu processo de preservação e não poderiam ser excluídos das discussões e soluções.

A Lei n.º 12.892, de 2013, declarou Chico Mendes patrono do meio ambiente brasileiro. Mas, tendo em vista o noticiário recente sobre as ações do governo – de e em vários níveis – e a exemplo do que já acontece com o outro patrono nacional importante – Paulo Freire – sua memória está gravemente ameaçada.

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Notas de rodapé

Notas de rodapé
i Sobre o Embargo Act: A HISTÓRIA… (2020)
ii Sobre a oficialização do 13.º salário: SCHAFFAUSER (2017)
iii Sobre os mortos citados: GONZAGA (2019)
iv A opinião do ministro foi noticiada por vários jornalistas, entre eles: MARTINS (2019)
v Sobre as finalidades do MMA: O QUE… (2014)
vi Afirmação feita por: URBINATTI (2019)
vii Trata-se do Parque Natural Chico Mendes, em Sorocaba (MG): PARQUE… (2020)
viii Dados baseados na pesquisa Contas de Ecossistemas: Espécies ameaçadas de extinção no Brasil 2014, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): BRASIL… (2020)
ix Segundo informação da nota da Direção Executiva da Associação Nacional dos Servidores de Meio Ambiente: A FUSÃO (2020).
x TOCANTINS, 1961 apud CAMPOS, 2004, p. 56
xi O Código de Águas foi revogado parcialmente pela Lei nº 9.433/97, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos e o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos
xii Esta lei foi parcialmente modificada pela Lei nº 9.985/2000, que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza
xiii Revogada pela Lei n.º 11.959, de 2009
xiv Segundo GRIGORI (2020), até março deste ano, 118 novos agrotóxicos foram registrados. No ano passado, 475 foram liberados
xv Usando a pauta ambientalista, Chico Mendes e seu grupo, em 1985, decidiram organizar o primeiro Encontro Nacional de Seringueiros, em Brasília, onde foi apresentada a proposta de criação de reservas florestais para a colheita não predatória de produtos como o látex e a castanha do pará (URBINATTI, op. cit. & RENATO, op. cit.)

Referências

  1. A FUSÃO do ICMBio e o IBAMA segue o rumo do desmonte das políticas ambientais. Notícias. Ascema Nacional. Brasília: 1.º de outubro de 2020. Disponível em: <http://www.ascemanacional.org.br/a-fusao-do-icmbio-e-o-ibama-segue-o-rumo-do-desmonte-das-politicas-ambientais/>. Acesso em: 9 de novembro. 2020.
  2. A HISTÓRIA completa do Ato de Embargo de Thomas Jefferson de 1807. Les Kanaris. 2020. Disponível em: <https://cv.leskanaris.com/5800-the-full-story-of-thomas-jeffersons-embargo-act-of-18.html>. Acesso em: 11 de novembro.
  3. BRASIL tem quase um quinto das espécies de animais e plantas ameaçadas. O Diário. Encosta da Serra: 5 de novembro de 2020. Disponível em: <https://odiario.net/estado-pais-mundo/brasil-tem-quase-um-quinto-das-especies-de-animais-e-plantas-ameacadas/>. Acesso em: 9 de novembro. 2020.
  4. CAMPOS, Simone M. M. O estado brasileiro e o processo de produção do espaço no Acre. 2004. 256 f. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, 2004.
  5. GONZAGA, Polyana. Mártires da Amazônia: conheça quem deu a vida pela preservação da floresta. A12. Aparecida: 3 de outubro de 2019. Disponível em: <https://www.a12.com/redacaoa12/igreja/martires-da-amazonia-conheca-que-deu-a-vida-pela-preservacao-da-floresta#:~:text=Ainda%20nos%20dias%20de%20hoje%2C%20o%20exemplo%20desses,tantos%20m%C3%A1rtires%20e%20testemunhos%20prof%C3%A9ticos%20est%C3%A3o%3A%20Chico%20Mendes>. Acesso em: 13 de novembro. 2020.
  6. GRIGORI, Pedro. Em meio à pandemia, governo Bolsonaro aprova 118 agrotóxicos em dois meses. Agência Pública. São Paulo: 13 de maio de 2020. Disponível em: <https://apublica.org/2020/05/em-meio-a-pandemia-governo-bolsonaro-aprova-96-agrotoxicos-em-dois-meses/>. Acesso em: 16 de novembro. 2020.
  7. MARTINS, José S. A reinvenção da cidade na selva. Tempo social, São Paulo, vol.31 n.º 1. jan./abr. 2019. Disponível em: <https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-20702019000100011&lang=en>. Acesso em: 13 de novembro. 2020.
  8. MARTINS, Leonardo. Entenda a polêmica da fala do ministro do Meio Ambiente sobre Chico Mendes. Meio ambiente. UOL Notícias. São Paulo: 13 de fevereiro de 2019. Disponível em: <https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2019/02/13/roda-viva-chico-mendes-ricardo-salles-irrelevante.html>. Acesso em: 9 de novembro. 2020.
  9. MORTE de Chico Mendes abriu caminho para a questão ambiental no País. Meio ambiente. Terra Netwoks Brasil. [S.l.]: 22 de dezembro de 2013. Disponível em: <https://www.terra.com.br/noticias/ciencia/sustentabilidade/meio-ambiente/morte-de-chico-mendes-abriu-caminho-para-a-questao-ambiental-no-pais,48d9bae006d03410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html>. Acesso em: 9 de novembro. 2020.
  10. O QUE faz o Ministério do Meio Ambiente. Dicionário ambiental. O eco. Rio de Janeiro: 15 junho 2014. Disponível em: <https://www.oeco.org.br/dicionario-ambiental/28419-o-que-faz-o-ministerio-do-meio-ambiente/>. Acesso em: 11 de novembro. 2020.
  11. PARQUE Natural Chico Mendes. Visite Sorocaba e encante-se. Prefeitura de Sorocaba. Sorocaba: s/d. Disponível em: <http://turismo.sorocaba.sp.gov.br/visite/parque-natural-chico-mendes/>. Acesso em: 11 de novembro. 2020.
  12. RENATO, Clóvis. Meio ambiente: 25 anos da morte de Chico Mendes. Periódico Atividade. [S.l.]: 24 de outubro de 2013. Disponível em: <https://vidaarteedireitonoticias.blogspot.com/2013/10/meio-ambiente-25-anos-da-morte-de-chico.html>. Acesso em: 9 de novembro. 2020.
  13. SANTILLI, Juliana. Socioambientalismo e novos direitos: proteção jurídica à diversidade biológica e cultural. São Paulo: Fundação Peirópolis, 2005. Disponível em: <http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/SANTILLI_Juliana-Socioambientalismo-e-novos-direitos.pdf>. Acesso em: 13 de novembro. 2020.
  14. SCHAFFAUSER, Marcelo. Oficializado em 1986, 13.º salário completa 31 anos. DHoje Interior. Rio Preto: 22 de dezembro de 2017. Disponível em: <https://dhojeinterior.com.br/oficializado-em-1986-13o-salario-completa-31-anos/>. Acesso em: 11 de novembro. 2020.
  15. SILVA, Marina. Histórias da floresta, da vida e do mundo. In: _____; DINIZ, Nilo; VIANA, Gilney (Org.). O desafio da sustentabilidade: um debate socioambiental no Brasil. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2001, p. 206-208.
  16. URBINATTI, Otávio. Há 31 anos, Chico Mendes era brutalmente assassinado. AH. [S. l.], 22.12.2019. Disponível em: <https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/chico-mendes-o-martir-da-floresta.phtml>. Acesso em: 9 de novembro. 2020.
  17. WOLKMER, Antônio Carlos. História do direito no Brasil. 5.ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2011.

Cite-nos

Rocha, Jorge. À sombra, com Chico. Forca de Judas, Porto Alegre, v. 1, n. 1, 2020. Disponível em: <https://revista.judasasbotasde.com.br/112020/a-sombra-com-chico/>. Acesso em 17-07-2024

84 respostas

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